Só em 1865 apareceram as carruagens de aluguel com ponto de estacionamento no largo da Sé. Poucas famílias abastadas possuíam esse meio de transporte. O rodar das carruagens ainda chamava a atenção. Durante a noite devia trafegar com duas lanternas acesas.
Um almanaque de 1888 mostrava a Santa Casa de Misericórdia com fábrica de carros e seges na rua da Tabatinguera.
Em 1896 a firma Rodovalho Júnior e Cia. possuía uma fábrica de carros, como eram chamadas as carruagens, na Rua da Mooca. Nos primeiros anos do século XIX era considerável o numero de carruagens na cidade.
Em 1901, Henrique Santos Dumont, irmão do inventor, introduziu o automóvel nesta capital. "Um carro aberto, de quatro rodas de borracha, com dois passageiros e que se movia por si mesmo".
Em 1908 no volante de um Brasier, o francês Conde Lesdain fez a primeira viagem automobilística do Rio de Janeiro a São Paulo, gastando 36 dias.
A partir do início do século XIX a empresa Rodovalho e Cia. passa a importar os carros franceses Renault, Berliet e Peugeot. Em sua frota utiliza ainda veículos Fiat, Daimler, marca inglesa, e o carro americano modelo Cunningham.
Automóveis de outras marcas trafegavam pelas ruas da cidade: os franceses Delage, Motobloco, Dedion Boutton; os alemães Hansa e Mercedez Benz: os italianos Alfa Romeo, Bugatti e Isotta Fraschini. Depois da Primeira Guerra Mundial predominaram os carros americanos.
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